De cá e de lá

De cá e de lá.jpg

Comboio era a vapor

A terra seria barrenta

Sentia-se aquele odor

De mentalidade cinzenta

 

Vivia-se no esplendor

Segregando a tormenta

Até que o muro em redor

Certo dia já não aguenta

 

E todos reivindicaram

A sua superioridade

Pois eram a parte boa

 

Aqueles que sobejaram

P’ra não haver duplicidade

Deixaram de ser pessoa.

publicado por poetazarolho às 01:03 | link do post | comentar