Cerco da morte

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Há mais mortos que vivos

Na história da humanidade

Mas a metralha e seus silvos

Prosseguem a mortandade

 

Homens bomba e explosões

Limpam o resto à passagem

Onde não chegam aviões

Existe distinta voragem

 

Populações sem alimentação

Enclausuradas na cidade

Abandonadas à sua sorte

 

Em breve restará o cimento

Num novo hino à atrocidade

Chamado o cerco da morte.

publicado por poetazarolho às 23:06 | link do post | comentar