Centralidades

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Maravilha própria do ser

Não suplanta a existência

É bem difícil de entender

Mas tenta tomar consciência

 

Não ganhas forma a correr

Prima tão só p’la insistência

Um dia ela te irá surpreender

Se nunca traíste a essência

 

Faz uma pausa p’ra reflexão

Investe na ancestralidade

Vê a forma nunca terminada

 

Do edifício em construção

Flexível mas com centralidade

Onde a energia é comandada.

publicado por poetazarolho às 20:12 | link do post | comentar