Barba e poesia

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Isto é um piano de cauda

Sem cauda não existiria

Sua música não defrauda

Se faço a barba à poesia

 

Existe até quem aplauda

Se a música não se ouvia

Assim a música se frauda

Pois a barba não podia

 

Barbeado com todo o jeito

P’lo barbeiro de Sevilha

Sente-se a música no peito

 

Enquanto a tecla dedilha

Fica um barbeado perfeito

Corre a lâmina na patilha.

publicado por poetazarolho às 06:28 | link do post | comentar