Ausências

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E se o amanhã não chegou

Goza essa intermitência

Certo de que o tempo parou

Ou não deu p’la tua ausência

 

Medita no que se passou

Procura essa incongruência

Em que o tempo mergulhou

P’ra dispensar a existência

 

E quando o tempo voltar

A correr em tua veia

Podes ao amanhã regressar

 

Já que o tempo não receia

E está disposto a aceitar

Levar-te nessa odisseia.

publicado por poetazarolho às 23:26 | link do post | comentar