Atónitos

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Temos um Coelho atónito

E um Costa que se eclipsou

Sente-se por ambos vómito

Quem governa e governou

 

Sente-se o país a afundar

Na imensa maré desgovernada

Para o peditório não querem dar

Antes deram e não deu em nada

 

Sente-se um presidente entalado

Pois a fabulosa maré cavalgou

Sem perceber a origem remota

 

Dum país cedo mergulhado

Numa euforia que se instalou

Após a vitória que o derrota.

publicado por poetazarolho às 21:25 | link do post | comentar