Antecâmara

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Não trago nada na manga

Pois nuzinho aqui cheguei

Ao partir não vou de tanga

Porque vivi como um rei

 

Levo ouro e diamantes

Para a antecâmara final

E nada será como antes

Pois finto o destino fatal

 

Chega a mim a eternidade

Compro a eterna juventude

Sem contar nada a ninguém

 

Já não seria novidade

Pois quem a morte ilude

Vive para sempre bem.

publicado por poetazarolho às 06:55 | link do post | comentar