Alma de pedra

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A alma capaz de amar

Quando está do avesso

É bem capaz de odiar

Sem julgar-se em excesso

 

Também mata sem pensar

Ou questionar o processo

Em seguida vai regenerar

Torna-se alma de gesso

 

É da natureza humana

Ignorar a dor alheia

Diz-se ter alma de pedra

 

Daqui o horror emana

Pois quem os ventos semeia

Colhe tempestade que medra.

publicado por poetazarolho às 23:58 | link do post | comentar